Novos regulamentos híbridos devem ajudar a manter o DNA da Indy, diz Jay Frye

O presidente da Indy, Jay Frye, deixou claro que a categoria deve manter seu DNA, quando os novos regulamentos para motores híbridos em 2022 forem introduzidos.

Frye descreveu o DNA da categoria como rápido, barulhento, autêntico e sem desculpas, e é insistente em expandir essa filosofia através dos novos regulamentos.

As novas regras dos motores híbridos devem trazer um novo componente KERS (Sistema de Recuperação de Energia Cinética), juntamente com um motor mais potente para aumentar a potência para mais de 900 cavalos.

“É muito importante permanecermos fiéis ao nosso DNA, e nosso DNA é rápido, barulhento, autêntico e sem desculpas”, disse Frye. “Então, quando montamos este produto ou montamos uma RFP para esse produto, isso tem que atender a todos esses critérios”.

“A maior parte em nossa opinião, é a potência, portanto nosso objetivo, nosso objetivo declarado, é obter mais de 900 cavalos de potência. Esse produto nos dará pelo menos 50 deles, e assim permaneceremos fiéis novamente ao nosso DNA. Queremos ter menos downforce, mas ter mais potência.”

O novo componente KERS também dará aos pilotos a capacidade de dar partida em seus próprios motores no início de uma corrida, e mesmo que eles parem durante um incidente, eles podem se recuperar, religar os carros, e voltar à pista de maneira mais rápida e segura, sem o envolvimento da equipe de segurança.

Ele acrescentou: “Algumas coisas em que estamos trabalhando com esta peça são: segurança, para que os carros tenham acionadores de partida elétricos, para o caso que o piloto rode, pare o carro e consiga ligar novamente, e não fique exposto”.

“Outra será a nossa equipe de AMR que atualmente precisa dar partida no carro, para que não fiquem expostos. Outra coisa que é realmente um subproduto de todo o sistema é a esperança de mantermos o ritmo da corrida, para que não haja tantas bandeiras amarelas, o que também ajudará.”

Frye também confirmou que 10 pedidos de propostas foram feitos à categoria para construir o sistema KERS. Uma decisão sobre qual empresa criará o componente será decidida no primeiro trimestre de 2020.

“Temos 10 RFP’s atualizadas”, acrescentou. “Portanto, o plano é ter um parceiro escolhido no primeiro trimestre do próximo ano, para uma implementação em 2022”, completou.

 

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