Emerson Fittipaldi estaria em situação financeira complicada, segundo TV

Reportagem do “Domingo Espetacular”, da TV Record, exibida na noite deste domingo (3), abordou os problemas financeiros enfrentados pelo bicampeão mundial de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, com relação aos seus negócios. Segundo a matéria, o brasileiro teria dez empresas, sendo que algumas delas já não existem mais.

Entre as imagens apresentadas, a TV mostrou o carro Penske, com o qual Emerson venceu as 500 Milhas de Indianápolis, sendo levado de seu escritório na Avenida Rebouças, em São Paulo, em uma das ações de penhora por conta das dívidas. Tanto o modelo da Indy quanto o Copersucar Fitipaldi, carro da única equipe brasileira na F1, estão guardados no autódromo de Interlagos e devem ser avaliados e leiloados.

Entre as ações judiciais, ainda segunda a reportagem, existem hipotecas, penhoras e duplicadas que, juntas, somariam R$ 27 milhões. Outros locais alvos da justiça para penhora foram as fazendas de laranja que Emerson tem em Araraquara (que não teriam entrado na penhora devido ao estado de abandono das frutas), além de bloqueios de suas contas bancárias e a possível repatriação de bens no exterior.

Na matéria, a TV Record traça uma linha histórica, afirmando que as dívidas de Fittipaldi começaram na década de 1970, com a criação da equipe Copersucar na F1.

Emerson foi o primeiro brasileiro campeão da F1, nos anos de 1972 e 1974, venceu as 500 Milhas de Indianápolis em 1989 e 1993, além de ter sido campeão da Indy em 1989.

  • Joao Dos Reis

    quem tem nome nunca fica pobre pode não nadar em dinheiro mas sempre ganha bem com o nome

  • keeptalk

    Seja como for… rico ou pobre, torço para a plena recuperação financeira, e sendo o Émerson então, pessoa que respeito muito, um verdadeiro “Sir” (caso fosse britânico), com certeza, quero o melhor pra ele. Piloto que foi nem preciso falar.

    As máquinas penhoradas não podem ser leiloadas, que ele consiga outra forma de saudar as dívidas (sem prejuízo às partes credoras) e tenha devolvido essas conquistas que penso que, se não estiver nas mãos dele mesmo, deva estar em museus.