Problema em software do motor atrapalha dia da Renault

Realmente, o primeiro dia de testes da pré-temporada de 2016 de Fórmula 1 foi não nada fácil para a Renault. Devido a um problema ocorrido no software do motor V6 Turbo francês, Jolyon Palmer foi o mais lento dos testes realizados nesta segunda-feira.

O piloto britânico encerrou o dia com 37 voltas completadas e cravou 1min29s356 – 4s417 mais lento do que a Ferrari de Sebastian Vettel, a mais rápida do treino.

Palmer classificou o primeiro dia de testes da Renault como “decepcionante”. O piloto britânico também reclamou da diminuição da quantidade de dias da pré-temporada, que passou de 12 para oito neste ano.

“Foi decepcionante o meu primeiro dia, mas este pode ser um grande desafio”, citou. “Foram questões habituais que aconteceram com o nosso carro. Mas, eu, definitivamente, posso dizer que gostei do que sentir”, respondeu.

“É doloroso, pois, eles (FIA) reduziram os dias de testes de 12 para oito. E hoje, eu dei apenas 37 voltas, o que não é ideal”, admitiu.

“Precisei abandonar o cronograma, mas não foi uma questão de motor, mas sim de software. Se for algo proveniente da nossa unidade de força, então, precisamos entender isso”, argumentou.

“Eu tinha um monte de quilometragem no ano passado, e o nosso carro é uma evolução da máquina do ano passado. Por isso, eu não sentia que existia uma diferença no nosso bólido”, continuou.

“Mas, nós precisamos desenvolver a performance de corridas. Temos apenas mais três dias, e isso é frustrante. Precisamos adquirir mais voltas”, complementou.

Por fim, Palmer comentou sobre a diferença de guiar um carro de motor V6 Turbo da Mercedes e outro com a unidade de força da Renault. “Tudo é bem diferente”, respondeu.

“Não há uma enorme potência como o carro do ano passado que tinha o motor da Mercedes. Eu posso sentir isso”, declarou.

“Mas, apesar disso, existem alguns benefícios. Por exemplo, a dirigibilidade é melhor, os caras da Renault estão trabalhando muito bem”, opinou.

“Mas, no momento, agora, eu posso dizer que ainda estamos muito atrás do poder que tem o motor da Mercedes”.