“Pressão” e “responsabilidade” serão fatores decisivos para a parceria Red Bull-Honda

A “pressão” e a “responsabilidade” de fornecer à Red Bull um motor de Fórmula 1 serão levadas em conta pela Honda.

O chefe de automobilismo da Honda, Masashi Yamamoto, se reuniu com o conselheiro de automobilismo da Red Bull, Helmut Marko, na Espanha no último fim de semana, enquanto a Red Bull avalia se encerra sua longa relação com a Renault para transferir-se para a Honda.

A Renault negou estar preocupada sobre o desejo da Red Bull de esperar até junho, no mínimo, para tomar uma decisão. Yamamoto disse ao site ‘Autosport’ que a Honda está feliz em considerar a expansão para fornecer duas equipes pela primeira vez desde que retornou à F1 em 2015.

“Consideramos isso uma coisa positiva, com esse tempo podemos analisar mais”, disse ele. “Estamos muito positivos. Lidar com a Red Bull é realmente uma grande coisa para a Honda, porque eles são uma equipe de ponta.

“Isso nos dá uma espécie de pressão como fabricante de motores. Temos que considerar muitos aspectos, podemos realmente lidar com o tamanho da Red Bull?

“Temos que ‘pesar’ a responsabilidade de fornecer o motor (para a Red Bull).”

Yamamoto reconheceu que, além de ser o próximo passo natural para o programa de motores da Honda, uma segunda equipe também dá uma “oportunidade melhor” para promover um de seus pilotos juniores na F1.

A Honda quer que Tadasuke Makino e Nirei Fukuzumi se formem da F2 se ganharem os pontos necessários para a superlicença.