Mesmo rebatizado de TAG, motor Renault foi o diferencial para Red Bull

Relembre voltando atrás doze meses, quando nenhum dia se passou sem uma ameaça de um membro da família Red Bull, que a menos que um parceiro melhor de motor pudesse ser encontrado – de preferência alemão – a(s) equipe(s) iriam ficar longe da categoria.

Com nem a Mercedes nem Ferrari dispostas a fornecer motores, especialmente com as mesmas características de suas equipes de fábrica, e a única alternativa sendo a Honda, os poderosos da categoria ainda tentaram mudar as regras na sua busca para manter a Red Bull e Toro Rosso a bordo.

Assim que a poeira baixou, a Red Bull optou por ficar com a parceira Renault com a qual tinha ganhado quatro títulos, ainda que renomeando as unidades de potência.

Voltando aos dias de hoje, com sua vitória na Espanha e fazendo uma dobradinha em Sepang, a Red Bull consolidou ainda mais o seu segundo posto no campeonato de construtores de 2016.

Christian Horner foi o primeiro a dar crédito a quem é devido.

Perguntado qual foi o fator mais importante no reavivamento da equipe nesta temporada – os pilotos, o motor ou a maior participação de Adrian Newey – Horner disse: “É uma combinação de muitos fatores”.

“Viemos para a temporada pensando que não estaríamos entre os cinco primeiros no campeonato de construtores, então eu diria que um fator certamente foi o motor que deu um grande avanço desde o ano passado… Esse provavelmente foi o fator mais importante”.