Haas sobre GP da China: “As Renault conseguiram um pit-stop gratuito”

A Haas conquistou seu segundo resultado na zona de pontuação consecutivo, com Kevin Magnussen, que chegou no 10º lugar no GP da China. Mas o companheiro de equipe, Romain Grosjean, terminou em 17º, não trazendo pontos ao time.

O único ponto ganho por Magnussen, coloca a Haas no sétimo lugar no campeonato de construtores, aumentando sua margem sobre a Sauber em oitavo lugar, e deixando o time americano a um ponto da Toro Rosso em sexto.

Kevin Magnussen falou sobre sua corrida:  “Acabei tendo azar com o safety car. Nossa estratégia estava valendo a pena, mas depois pegamos o safety car em um momento ruim. Nós não tivemos a vantagem que teríamos de outra forma. Eu não sei se deveríamos ter feito um pit-stop. Foi uma escolha difícil”, disse o dinamarquês.

Ele ainda acrescentou: “É uma longa temporada, esperamos, continuaremos marcando pontos. Tenho orgulho de como estamos nos apresentando como equipe. Precisamos continuar assim”.

Romain Grosjean também falou sobre a sua prova: “Nós fizemos uma estratégia corajosa dos ultramacios para os médios. Infelizmente, o sofrimento continuou comigo, porque houve um safety car bem no meio da minha corrida. Eu sabia que seria difícil no reinício, e foi. Eu tentei segurar a P11 o máximo que pude, mas eventualmente, as duas Force India passaram por mim”, disse o francês.

Gunther Steiner, chefe da Haas, disse que o safety car “destruiu a garra” da equipe. Ele ainda diz que, sem a interrupção, Magnussen chegaria em oitavo e Grosjean em nono.

“As Renault conseguiram um pit-stop gratuito e, portanto, acabamos onde estávamos. Não conseguimos recuperar os pneus até a temperatura depois do safety car”, detalhou Gunther Steiner.

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