Claire Williams desapontada com a decisão da Audi

Claire Williams diz é que decepcionante que a Audi tenha decidido que a Fórmula 1 não está em seus planos.

Stefan Knirsch, membro do conselho responsável pelo desenvolvimento técnico, afirmou que o foco da Audi na tecnologia elétrica e híbrida é melhor servido no Campeonato Mundial de Endurance (WEC).

Isso ocorreu depois que o chefe de competição do Grupo Volkswagen, Wolfgang Durheimer, classificou a situação esportiva e política da F1 como “não previsível o suficiente” para justificar a entrada de uma de suas marcas.

“É decepcionante”, declarou Williams ao site da revista ‘Autosport’. “Esta é uma categoria onde gostaríamos de ter marcas como a Audi. Mas eles têm outros compromissos no automobilismo. Se a F1 não é para eles, paciência. As pessoas vem tentando trazer a Audi para a F1 há décadas e eles não mudaram sua posição”.

Atualmente, o regulamento dos motores da Fórmula 1 está em estado de transição, com as fabricantes tentando definir o melhor caminho a ser seguido em termos de custo, performance, som e fornecimento das unidades de potência. Mas Williams não acredita que a incerteza é a única razão para a Audi decidir não entrar na F1.

“Não creio que possamos culpar o cenário político atual de nossa categoria”, disse ela. “Tenho certeza que existem muitos fatores que influenciaram a conclusão de que a F1 não é para eles. Somos afortunados por já termos quatro das maiores montadoras do mundo na categoria”.

“É claro que queremos atrair mais, mas temos Ferrari, Daimler, Honda e Renault competindo. Há um equilíbrio delicado para a sobrevivência das equipes independentes se a categoria for invadida por montadoras. Precisamos de uma mistura saudável de montadoras e equipes independentes”.